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Tabagismo como fator de risco para doenças cardiovasculares

candle-advent-celebration-christmas-december-heartAs doenças cardiovasculares são a principal causa de mortalidade no Brasil e no mundo. Estima-se que, até 2020, as doenças cardiovasculares causarão cerca de 25 milhões de óbitos, 19 milhões deles em países de baixa e média renda. O aumento da mortalidade estará diretamente associado à presença ou não de fatores de risco e de outras patologias concomitantemente, as quais influenciarão na predisposição do indivíduo a desenvolver complicações e gerarão agravos crônicos, mais comprometedores à saúde. A modificação de um ou mais fatores de risco beneficia a saúde, reduzindo significativamente a morbimortalidade da doença cardíaca e de eventos coronarianos. Além disso, contribui para a melhora dos sintomas, bem-estar geral e para a qualidade de vida. Informações sobre certos agrupamentos de fatores de risco podem direcionar o desenvolvimento de programas de intervenção. Os fatores de risco para doenças cardiovasculares têm recebido particular atenção das organizações governamentais, bem como dos sistemas de saúde, constituindo prioridade de atenção para a redução das doenças crônicas. Os fatores de risco modificáveis, como o tabagismo, a inatividade física, a alimentação não saudável e o uso prejudicial do álcool – destacam-se pela possibilidade de serem minimizados a partir da busca de comportamentos saudáveis adquiridos pelo indivíduo. Apesar de modificáveis, a alteração de tais fatores de risco é desafiadora. Um ano após cirurgia de revascularização do miocárdio de 320 indivíduos, verificou-se que apenas 9% dos fumantes haviam cessado o hábito, por exemplo. Preocupada com o aumento das doenças crônicas não-transmissíveis, com as repercussões geradas no sistema de saúde do país e com o desenvolvimento saudável da sociedade, a Organização Mundial da Saúde elaborou um conjunto de metas e indicadores que buscam, sobretudo, a prevenção e o controle dessas doenças e de seus fatores de risco. Tal preocupação também é compartilhada pelos profissionais da saúde, que se encontram instigados a buscar fatores de risco em populações variadas, com o intuito de propor educação em saúde e reduzir a incidência destas doenças.

Postado por: Nayara Nogueira – Psicóloga TratBem

Imagem: divulgação

Fonte: http://www.scielo.br/pdf/ape/v27n2/0103-2100-ape-27-02-0165.pdf

 

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